E se a descarbonização falhar com quem trabalha?

Pela nossa parte, devemos continuar a exigir garantias claras no respeito pelos direitos dos trabalhadores e do conjunto da população desta região, pois o sentido da transição energética faz-se no respeito pelas pessoas e pelas suas vidas, faz-se com elas e por isso não podemos falhar antes de começar. Continuar a ler E se a descarbonização falhar com quem trabalha?

Esmeralda Mateus – rosto de lutas populares do Porto

Esmeralda Mateus, sócia-fundadora da associação UMAR, é um dos rostos mais conhecidos das lutas populares no distrito do Porto e no país, nomeadamente em relação aos direitos das mulheres e nas questões da habitação. Instada a discursar após receber o prémio, a activista afirmou: “Camaradas, só tenho estas palavras a dizer: é bem preciso começar de novo!”, referindo-se ao momento que o partido e o país atravessam. Continuar a ler Esmeralda Mateus – rosto de lutas populares do Porto

Capitalismo, robots e os impactos da “indústria 4.0” no trabalho: Como pode a esquerda responder?*

Quero com isto dizer que a resposta aos desafios mas também às oportunidades suscitadas pela indústria 4.0 reside na construção de uma alternativa societal progressista, forçosamente ecológica e socialista. Considerando que “jamais como em nossa época as regras de aço da civilização capitalista industrial moderna exerceram tamanha coerção sobre as populações”, trata‑se de lutar por um outro caminho. Continuar a ler Capitalismo, robots e os impactos da “indústria 4.0” no trabalho: Como pode a esquerda responder?*

Legislativas e o novo ciclo político pelas políticas da Esquerda

Queremos continuar a construir cidadania, caminhos e vitórias e isso não se faz viabilizando orçamentos que são a negação disso mesmo, porque coloca o Bloco como responsável por todas as políticas que venham a ser aplicadas por este orçamento constritor e neo-liberal… o que dirá a actual direcção do Bloco a essas interpelações cidadãs? Continuar a ler Legislativas e o novo ciclo político pelas políticas da Esquerda

Dia Internacional da Mulher – Para não dizer que não falei das flores

Menorizadas e subalternizadas ao longo dos tempos, as mulheres foram sempre invisíveis para a história, relegadas para um papel de sombra do homem. Mas nas casas, nas filas de montagem das fábricas, nas lides campestres, nas trincheiras de diferentes conflitos, liberais, pela independência, anticoloniais, batendo o pé por salários dignos, pelo direito a ter voz activa nas decisões do seu próprio país, através das urnas, e também na sua própria vida,  elas foram rebeldia e firmeza. Continuar a ler Dia Internacional da Mulher – Para não dizer que não falei das flores